Roupas legais, estilo atraente, beleza, personalidade, caráter, talento, história de vida... O que te faz gostar tanto de seu ídolo? Ou melhor, o que te fez transformá-lo em seu ídolo? Há muitas respostas para perguntas desse gênero, eu sei... Mas a questão não é essa agora, e sim o respeito.
Existem muitas pessoas que não gostam de certa banda – afinal gosto é igual bunda: cada um tem a sua – e falam mal dela. Claro que, expressar opiniões é tudo, que vivemos num país democrático e que qualquer um pode expor sua opinião quando quiser, porém, há certas pessoas que esculacham e falam mal de bandas perto dos fãs da tal. Sabe, eu acho que esse tipo de pessoa deveria pensar duas vezes no mínimo antes de abrir a boca para falar algo. Imagine-se no meu lugar: Você, super fã de uma banda, dá de cara com uma pessoa detonando a tal. Você com certeza irá se sentir mal irá chorar gritar, ou fará algo – isso se você for uma fã de verdade, né. Então é exatamente essa atitude infantil de exagerar ao expressar uma opinião que me deixa enfurecida.
Ontem, por exemplo, eu estava em uma comunidade no Orkut e vi – ou melhor, li – uma menina falando mal de Jonas Brothers. Eu sinceramente amo os Jonas e me senti muitíssimo mal com as coisas que ela mencionou no texto que havia feito falando mal deles. Poxa, cadê o respeito com as fãs? Aposto que se alguém chegasse falando mal de algum ídolo dela, ela iria se sentir péssima, como eu e muitas fãs que viram aquilo se sentiram.
domingo, 6 de dezembro de 2009
Sábado agitado.
Acordei com uma música conhecida. Um rock envolvente. Uma de minhas músicas preferidas, de uma das minhas bandas preferidas: Rock and Roll All Night – Kiss.
Eram nove da manhã, e o despertador do celular do meu pai gritava na cabeceira da cama dele, indicando que estava na hora de ele acordar para ir receber as caixas de cervejas do entregador – afinal, ele tem um bar-lanchonete.
Bocejei e me enfiei no travesseiro, tentando dormir novamente. Tentativa falha – quando peguei no sono, o telefone começou a tocar irritantemente ao meu lado. Não me movi um milímetro sequer; deixei o telefone tocar. Depois dormi, mas logo acordei novamente com meu pai na porta do quarto conversando no celular. Que azar! Logo hoje que eu teria um churrasco, eu não conseguia descansar direito. Bufei e fui ao banheiro, depois voltei e tentei me enfiar mais ainda no travesseiro. Consegui finalmente dormir por mais algumas horas.
Quando acordei de vez e olhei no relógio, pulei da cama com os olhos arregalados. Eram onze horas e quarenta e sete minutos, ou seja, eu estava atrasadíssima, afinal o churrasco começaria ao meio dia e eu tinha que buscar a Victória no condomínio dela – não tinha com quem ela ir.
Tomei um banho gelado e fiquei esperando minha mãe trazer minha roupa e minhas coisas de piscina – já que eu havia dormido na casa de meu pai. Meia hora passou, já era mais de meio dia e nada dela aparecer. Uma da tarde, e cadê a Renata? Uma e trinta e cinco mais ou menos, e ela finalmente chegou. Saí correndo para o carro, peguei minha bolsa com a toalha, biquíni e afins, me troquei e voei até o carro do meu pai para irmos buscar a Vic. Mandei mensagem para ela informando que estávamos chegando e ela, para adiantar, já estava nos esperando lá na portaria quando chegamos. Ela correu para o carro e fomos para a casa da Giulia, onde aconteceria o tão esperado churrasco.
Enquanto ouvia uma música American Idiot – Green Day, olhei no relógio do carro e vi que já eram duas horas da tarde! Todos já estavam lá, menos nós. Que péssimo! :/
Quando eu já estava quase cochilando, meu pai parou em frente a casa da Giulia e eu me animei total. A casa era incrivelmente maravilhosa – e grande. Dei um ‘oi’ rápido para a Rita (mãe da Giulia) e gritei um ‘tchau’ para meu pai enquanto corria para a piscina – onde todos deviam estar.
Subi as escadas e fiquei pálida – ninguém estava lá. Entrei em pânico internamente e mordi o lábio inferior. Logo, a Rita me aliviou dizendo que eles estavam na sauna. Caminhei na ponta dos pés até o local e um sorriso estourou minha face quando encontrei todos os meus amigos e os abracei, amenizando a saudade intensa que eu sentia desde o termino das aulas. Estavam quase todos lá: Giulia, Gi Rímoli (apesar de nos vermos quase todos os dias, rs), Gi Lobo, Renan, Felipe, Renata Vellozo, Maíra... Ah, que coisa mais aliviante vê-los.
Estavam todos espremidos na sauna quentíssima e eu logo corri para achar um lugar no meio daquela bagunça. Ficamos ali por alguns longos minutos e alguém – não me lembro quem, acho que o Felipe – teve a idéia de sairmos correndo de dentro da sauna para pularmos na piscina – o que resultaria em um choque térmico, mas ok. Todos, super animados, concordaram com a proposta e a realizaram: todos nós, saímos correndo feitos tapados direto para a piscina!
O resto do churrasco foi mais ou menos como os churrascos tradicionais: piscina, espetinho de carne, sorvete, risadas e muita conversa.
Depois de um tempo a Giulia inventou de jogar verdade ou desafio, e lá fomos nós... Pegamos uma garrafa pet de dois litros de coca-cola e sentamos no chão formando um circulo – bem deformado, mas era um circulo. Verdade, desafio, nota, conseqüência, gavetinha ou sabonete? Ninguém escolhia desafio, que bizarro... Mas quando chegou desafio como ultima opção para nós escolhermos, foi muita zoeira. Era imitar gay de um lado, gritar coisas estranhas do outro, dançar aqui, fazer isso acolá... Foi realmente muito divertido e engraçado.
Quando acabamos, pulamos na piscina outra vez, chupamos sorvete, fomos na sauna, voltamos para a piscina, até que decidimos tomar banho – pois o tempo estava fechando e o ventinho gélido estava tomando conta do local. Ok, tomamos um maravilhoso banho quente, nos trocamos e adivinhem? Fomos jogar verdade ou desafio, outra vez. Mais risadas, mais palhaçadas e mais zoeiras.
Quando cheguei à casa de meu pai – que é em cima ao bar dele – com a Victória, corri para o computador para entrar no MSN. Comecei a conversar com as pessoas de sempre, quando alguém bateu na porta. Ouvi um riso conhecido, de criança: era opirralho meu primo. Abracei-o e não demorou muito para minha outra prima pirralha querida chegar. Conversamos um pouco, meu pai arrumou a mala dele – afinal, ele iria para o Rio de Janeiro assistir o ultimo jogo do seu time do coração, Flamengo, no maracanã, que aconteceria no dia seguinte (domingo/hoje). Ele acabou e levou a Victória para a casa dela, e eu continuei no MSN.
Resumindo bem: meu dia foi agitado.
Eram nove da manhã, e o despertador do celular do meu pai gritava na cabeceira da cama dele, indicando que estava na hora de ele acordar para ir receber as caixas de cervejas do entregador – afinal, ele tem um bar-lanchonete.
Bocejei e me enfiei no travesseiro, tentando dormir novamente. Tentativa falha – quando peguei no sono, o telefone começou a tocar irritantemente ao meu lado. Não me movi um milímetro sequer; deixei o telefone tocar. Depois dormi, mas logo acordei novamente com meu pai na porta do quarto conversando no celular. Que azar! Logo hoje que eu teria um churrasco, eu não conseguia descansar direito. Bufei e fui ao banheiro, depois voltei e tentei me enfiar mais ainda no travesseiro. Consegui finalmente dormir por mais algumas horas.
Quando acordei de vez e olhei no relógio, pulei da cama com os olhos arregalados. Eram onze horas e quarenta e sete minutos, ou seja, eu estava atrasadíssima, afinal o churrasco começaria ao meio dia e eu tinha que buscar a Victória no condomínio dela – não tinha com quem ela ir.
Tomei um banho gelado e fiquei esperando minha mãe trazer minha roupa e minhas coisas de piscina – já que eu havia dormido na casa de meu pai. Meia hora passou, já era mais de meio dia e nada dela aparecer. Uma da tarde, e cadê a Renata? Uma e trinta e cinco mais ou menos, e ela finalmente chegou. Saí correndo para o carro, peguei minha bolsa com a toalha, biquíni e afins, me troquei e voei até o carro do meu pai para irmos buscar a Vic. Mandei mensagem para ela informando que estávamos chegando e ela, para adiantar, já estava nos esperando lá na portaria quando chegamos. Ela correu para o carro e fomos para a casa da Giulia, onde aconteceria o tão esperado churrasco.
Enquanto ouvia uma música American Idiot – Green Day, olhei no relógio do carro e vi que já eram duas horas da tarde! Todos já estavam lá, menos nós. Que péssimo! :/
Quando eu já estava quase cochilando, meu pai parou em frente a casa da Giulia e eu me animei total. A casa era incrivelmente maravilhosa – e grande. Dei um ‘oi’ rápido para a Rita (mãe da Giulia) e gritei um ‘tchau’ para meu pai enquanto corria para a piscina – onde todos deviam estar.
Subi as escadas e fiquei pálida – ninguém estava lá. Entrei em pânico internamente e mordi o lábio inferior. Logo, a Rita me aliviou dizendo que eles estavam na sauna. Caminhei na ponta dos pés até o local e um sorriso estourou minha face quando encontrei todos os meus amigos e os abracei, amenizando a saudade intensa que eu sentia desde o termino das aulas. Estavam quase todos lá: Giulia, Gi Rímoli (apesar de nos vermos quase todos os dias, rs), Gi Lobo, Renan, Felipe, Renata Vellozo, Maíra... Ah, que coisa mais aliviante vê-los.
Estavam todos espremidos na sauna quentíssima e eu logo corri para achar um lugar no meio daquela bagunça. Ficamos ali por alguns longos minutos e alguém – não me lembro quem, acho que o Felipe – teve a idéia de sairmos correndo de dentro da sauna para pularmos na piscina – o que resultaria em um choque térmico, mas ok. Todos, super animados, concordaram com a proposta e a realizaram: todos nós, saímos correndo feitos tapados direto para a piscina!
O resto do churrasco foi mais ou menos como os churrascos tradicionais: piscina, espetinho de carne, sorvete, risadas e muita conversa.
Depois de um tempo a Giulia inventou de jogar verdade ou desafio, e lá fomos nós... Pegamos uma garrafa pet de dois litros de coca-cola e sentamos no chão formando um circulo – bem deformado, mas era um circulo. Verdade, desafio, nota, conseqüência, gavetinha ou sabonete? Ninguém escolhia desafio, que bizarro... Mas quando chegou desafio como ultima opção para nós escolhermos, foi muita zoeira. Era imitar gay de um lado, gritar coisas estranhas do outro, dançar aqui, fazer isso acolá... Foi realmente muito divertido e engraçado.
Quando acabamos, pulamos na piscina outra vez, chupamos sorvete, fomos na sauna, voltamos para a piscina, até que decidimos tomar banho – pois o tempo estava fechando e o ventinho gélido estava tomando conta do local. Ok, tomamos um maravilhoso banho quente, nos trocamos e adivinhem? Fomos jogar verdade ou desafio, outra vez. Mais risadas, mais palhaçadas e mais zoeiras.
Quando cheguei à casa de meu pai – que é em cima ao bar dele – com a Victória, corri para o computador para entrar no MSN. Comecei a conversar com as pessoas de sempre, quando alguém bateu na porta. Ouvi um riso conhecido, de criança: era o
Resumindo bem: meu dia foi agitado.
